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Ponto final

  • Magnólia Benone
  • 27 de nov. de 2022
  • 1 min de leitura

O tempo é algo que não se mede

O tempo passa rápido, ele dispara

Não espera é impaciente com a nossa preguiça

As nossas desculpas, as nossas escusas, os nossos desvios


As mentiras que a mente cria, essa mesma mente que nos trai

Tentando disfarçadamente nos destruir, nos distrai

Fingindo não ouvir o que o coração grita

Pensamentos enganosos de que temos todo o tempo do mundo


Mas o tempo passa (x4)

De onde eu vim, quem sou, para onde vou?

Mas o tempo passa (x4)


O nosso tempo de vida é medido

Temos início, meio e fim

Quando estamos no fim, aí o tempo parou

Planos, projetos de vida e ideias, tudo acabou


Levamos para o além nossas intenções

Com esses turbilhões de pensamentos

E desejos aos milhões, somos enterrados

Ou em pó ao vento somos lançados

De onde eu vim, quem sou, para onde vou?

O tempo passa (x3)

O tempo está passando


O tic tac do relógio é inconfundível

E indica que o tempo é implacável com os indecisos

O tic tac segue ritmado e sublime marcando o tempo


Vai milésimos de segundos, minutos e horas

Vai o amanhã, a tarde e o agora (O tempo passa (2x))

Vai o anoitecer e chega a aurora

Vai o dia, vai a noite (O tempo passa (2x))

Vai nos levando, empurrando mesmo que não queiramos

Forçando a gente a seguir

Ficamos presos no tempo que tão livre é ( O tempo está passando (2x))

Acorrentados no invisível que existe afinal

Não vemos o tempo que está passando e ponto final.


Há um tempo para tudo

E só um tempo para viver (3x)


O tempo passou (x4)

De onde eu vim, quem sou, para onde vou?

O tempo passou (x3)

 
 
 

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© 2021 Magnólia Benone

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